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14 março 2011

ANGOLA : Rio Seco vai fervilhar com smaches amanhã


Smaches e triplos vão dominar amanhã o confronto entre o 1º de Agosto e Recreativo do Libolo, no jogo da primeira-mão das meias-finais da Taça de Angola, no pavilhão do Rio Seco. Ávidos pela conquista do troféu, os militares e libolenses defrontam-se sob o signo de vingança.

Luís Magalhães, técnico do 1º de Agosto, aspira reaver o título perdido no ano passado a favor de Raul Duarte, do Recreativo de Libolo, numa final que primou pela excelência. Com nova roupagem, a equipa do Rio do Seco não vai deixar os jovens do Calulo usufruírem de vantagens em casa, no jogo da segunda-mão agendado para o dia 18, até porque há razões que indiciam vitória folgada dos militares. São líderes do campeonato nacional.

As motivações do técnico de Libolo estão direccionadas para travar a fúria de Luís Magalhães. Raul Duarte guarda más recordações na presente época. Derrotas pesadas. Por essa razão, a vingança vai falar mais alto. Haja chuva, haja sol, haja frio, haja calor, o pavilhão do Rio do Seco vai aquecer em todos os lados. Felizardo Ambrósio, Adolfo Quimbamba e Joaquim Gomes “Kikas” assumem as despesas dos militares, no confronto directo com as tabelas. Do lado do Recreativo do Libolo, Olímpio Cipriano é a máquina dos smaches e dos triplos. Quem segura quem é a questão do jogo.

O 1º de Agosto deixou o ASA para trás nos quartos-de-final, com duas vitórias folgadas. No jogo da segunda-mão, os aviadores viram a bola entrar na cesta e totalizar 87 pontos dos atletas do Rio Seco, contra 58. O Recreativo de Libolo evitou acelerar diante dos estudantes da Universidade Lusíada. Os 98 pontos a favor contra 70 ditaram a passagem às meias-finais.

Interclube versus petro
Na outra meia-final, o jogo entre Interclube e Petro de Luanda não é de difícil prognóstico, a julgar pela qualidade dos dois planteis. Os polícias formam um conjunto que supera os petrolíferos nos jogos das tabelas. Eduardo Mingas é o rei nos confrontos com o Petro de Luanda. Para o campeonato nacional, os petrolíferos queixaram-se da debilidade na defesa, aproveitada por Mingas. Amanhã, a sorte pode repetir-se. Não há “gigante” na equipa do eixo-viário que supere a pressão de Mingas.

Por outro lado, o técnico do Interclube, José Carlos Guimarães, sempre assumiu o discurso de vencedor, desde que conquistou o campeonato provincial. A terceira posição na tabela geral do nacional dá-lhe garantia de vencer a partida sobre o quarto classificado, o Petro de Luanda. Babo, técnico do Petro, vive a expensas da inspiração dos atletas. Os sistemas tácticos ensaiados não surtiram efeitos até agora. Aliás, é corrente o grito do Catetão: não luta para o título, mas forma um conjunto para o futuro.

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