26 Fevereiro 2012
O técnico da equipa feminina do 1º de Agosto, Aníbal Moreira, afirmou sexta-feira em Luanda que a sua equipa faz tudo para contrariar o favoritismo do Interclube na segunda-mão da Taça de Angola. Em declarações à imprensa, no final da partida em que perdeu em casa na primeira-mão por 57-52, disse que trabalha a equipa nos dias que faltam para o jogo a seguir para sair-se melhor na Taça de Angola. “Sei que não é fácil a missão, temos um grupo com objectivos e começa com a taça de Angola”, disse o técnico. O 1º de Agosto não consegue desde 2009 ganhar a taça em posse do Interclube
25 Fevereiro 2012
MOÇAMBIQUE : Supertaça Compal superou expectativas
NO final da terceira edição da Supertaça Compal, o balanço não podia ser mais positivo. Federações Angolana e Portuguesa de Basquetebol, assim como a Compal, patrocinadora do evento, foram unânimes em afirmar que a edição deste ano superou largamente as expectativas, ao reunir milhares de adeptos à sua volta e ao proporcionar um ambiente de festa da lusofonia.
A edição-2012 da Supertaça Compal, que contou pela primeira vez com a participação de uma equipa moçambicana, o Maxaquene, e cuja realização se alargou à província de Benguela, foi considerada pela organização um caso de sucesso. Durante os cinco dias do torneio, mais de 10.000 pessoas passaram pelo Pavilhão Acácias Rubras, em Benguela, e pelo Pavilhão da Cidadela, em Luanda, locais onde se jogaram as nove partidas, incluindo as meias-finais e a final, que consagrou o Petro de Luanda como vencedor.
Jean Jacques da Conceição, vice-presidente da Federação Angolana de Basquetebol, afirmou que “é sempre com enorme prazer que realizamos este torneio. Este ano, não nos limitámos a juntar as equipas vencedoras de cada campeonato. Quisemos ir mais além e transformar o evento numa autêntica festa da lusofonia, através de convites que contemplaram o vencedor da edição anterior, o 1º de Agosto, e o Maxaquene. Na memória de todos os que participaram ficará a enorme qualidade dos jogos e o empenho de todos, de jogadores a treinadores e árbitros”.
Para Mário Saldanha, presidente da Federação Portuguesa de Basquetebol, “a Supertaça Compal tem crescido de ano para ano. Não se trata apenas de um evento desportivo, mas de um encontro de culturas e de países que falam a mesma língua. Esse foi, aliás, o principal motivo que nos levou a convidar a Federação Moçambicana de Basquetebol para participar nesta competição.
Por outro lado, este crescimento também se fez por via da descentralização da prova. Era fundamental levar esta festa a outras cidades angolanas. A decisão de realizar a primeira fase em Benguela foi ponderada durante bastante tempo, pois, logisticamente, seria uma operação complicada, no entanto, tudo correu de forma excepcional”.
Segundo Mário Saldanha, em resumo, “esta terceira edição correu melhor do que alguma vez imaginámos. Tivemos excelentes equipas, bons jogos e os melhores adeptos. Resta-nos agradecer ao patrocinador todo o esforço e dedicação colocados na realização deste torneio. Não seria possível oferecer um evento desta qualidade sem o seu contributo”.
COMPROMISSO MANTÉM-SE
De acordo com Fernando Oliveira, director de Mercados Internacionais da SUMOL+COMPAL, o papel das empresas não pode e nem se deve esgotar na comercialização dos seus produtos. “As responsabilidades éticas e sociais devem estar bem presentes na forma como elas gerem o seu negócio e se posicionam neste mercado, em particular. Conscientes desta visão, decidimos nos associar às Federações Angolana e Portuguesa e patrocinar uma competição desportiva, neste caso de basquetebol, de forma a incutir na população mais jovem o gosto pela prática desportiva e por estilos de vida saudáveis. Os objectivos da primeira edição foram de tal modo alcançados que decidimos realizar mais uma e depois outra edição”.
“Neste ano em que a Compal celebra os seus 60 anos, não podíamos estar mais satisfeitos com o resultado desta terceira edição da Supertaça Compal. É sempre um orgulho poder contar com os melhores jogadores e equipas e poder proporcionar um espectáculo desta natureza aos fãs do basquetebol. O nosso compromisso continuará a ser o de apoiar o desporto saudável e competitivo, em Angola, em Portugal e em Moçambique”.
Recorde-se que o vencedor da terceira edição da Supertaça Compal em Basquetebol foi o Petro de Luanda, depois de nos anos anteriores a prova ter sido ganha pelo 1º de Agosto e pelo Sport Lisboa e Benfica. No seu percurso, os “petrolíferos” venceram o CAB Madeira por 88-77 e o Libolo pela marca de 73-70, enquanto o seu adversário da final, o FC Porto, bateu o Maxaquene por 74-56 e o 1º de Agosto pela marca de 70-63.
A edição-2012 da Supertaça Compal, que contou pela primeira vez com a participação de uma equipa moçambicana, o Maxaquene, e cuja realização se alargou à província de Benguela, foi considerada pela organização um caso de sucesso. Durante os cinco dias do torneio, mais de 10.000 pessoas passaram pelo Pavilhão Acácias Rubras, em Benguela, e pelo Pavilhão da Cidadela, em Luanda, locais onde se jogaram as nove partidas, incluindo as meias-finais e a final, que consagrou o Petro de Luanda como vencedor.
Jean Jacques da Conceição, vice-presidente da Federação Angolana de Basquetebol, afirmou que “é sempre com enorme prazer que realizamos este torneio. Este ano, não nos limitámos a juntar as equipas vencedoras de cada campeonato. Quisemos ir mais além e transformar o evento numa autêntica festa da lusofonia, através de convites que contemplaram o vencedor da edição anterior, o 1º de Agosto, e o Maxaquene. Na memória de todos os que participaram ficará a enorme qualidade dos jogos e o empenho de todos, de jogadores a treinadores e árbitros”.
Para Mário Saldanha, presidente da Federação Portuguesa de Basquetebol, “a Supertaça Compal tem crescido de ano para ano. Não se trata apenas de um evento desportivo, mas de um encontro de culturas e de países que falam a mesma língua. Esse foi, aliás, o principal motivo que nos levou a convidar a Federação Moçambicana de Basquetebol para participar nesta competição.
Por outro lado, este crescimento também se fez por via da descentralização da prova. Era fundamental levar esta festa a outras cidades angolanas. A decisão de realizar a primeira fase em Benguela foi ponderada durante bastante tempo, pois, logisticamente, seria uma operação complicada, no entanto, tudo correu de forma excepcional”.
Segundo Mário Saldanha, em resumo, “esta terceira edição correu melhor do que alguma vez imaginámos. Tivemos excelentes equipas, bons jogos e os melhores adeptos. Resta-nos agradecer ao patrocinador todo o esforço e dedicação colocados na realização deste torneio. Não seria possível oferecer um evento desta qualidade sem o seu contributo”.
COMPROMISSO MANTÉM-SE
De acordo com Fernando Oliveira, director de Mercados Internacionais da SUMOL+COMPAL, o papel das empresas não pode e nem se deve esgotar na comercialização dos seus produtos. “As responsabilidades éticas e sociais devem estar bem presentes na forma como elas gerem o seu negócio e se posicionam neste mercado, em particular. Conscientes desta visão, decidimos nos associar às Federações Angolana e Portuguesa e patrocinar uma competição desportiva, neste caso de basquetebol, de forma a incutir na população mais jovem o gosto pela prática desportiva e por estilos de vida saudáveis. Os objectivos da primeira edição foram de tal modo alcançados que decidimos realizar mais uma e depois outra edição”.
“Neste ano em que a Compal celebra os seus 60 anos, não podíamos estar mais satisfeitos com o resultado desta terceira edição da Supertaça Compal. É sempre um orgulho poder contar com os melhores jogadores e equipas e poder proporcionar um espectáculo desta natureza aos fãs do basquetebol. O nosso compromisso continuará a ser o de apoiar o desporto saudável e competitivo, em Angola, em Portugal e em Moçambique”.
Recorde-se que o vencedor da terceira edição da Supertaça Compal em Basquetebol foi o Petro de Luanda, depois de nos anos anteriores a prova ter sido ganha pelo 1º de Agosto e pelo Sport Lisboa e Benfica. No seu percurso, os “petrolíferos” venceram o CAB Madeira por 88-77 e o Libolo pela marca de 73-70, enquanto o seu adversário da final, o FC Porto, bateu o Maxaquene por 74-56 e o 1º de Agosto pela marca de 70-63.
ANGOLA : Inter bate 1º de Agosto na primeira mão da final da Taça de Angola
O Interclube venceu hoje, no Rio Seco, o 1º de Agosto, por 57-52, em jogo da primeira mão da final da Taça de Angola em basquetebol sénior feminino.
As campeãs nacionais e detentoras da Taça voltam a defrontar as militares segunda-feira, no Pavilhão 28 de Fevereiro, reduto das polícias
Aníbal Moreira quer contrariar Interclube na segunda-mão
O técnico da equipa sénior feminino do 1º de Agosto Aníbal Moreira afirmou hoje (sexta-feira), em Luanda, que a sua equipa vai fazer tudo para contrariar o favoritismo do Interclube na segunda-mão da taça de Angola.
Em declarações à imprensa, no final da partida em que perdeu em casa na primeira-mão por 57-52, disse que vai trabalhar a equipa nos dois dias que faltam para o jogo a seguir para sair-se melhor na taça de Angola.
"Sei que não será fácil a missão, temos um grupo com objectivo e começa com a taça de Angola", reconheceu o técnico.
O 1º de Agosto desde 2009 que não consegue ganhar a taça em posse do Interclube.
O técnico do Interclube, Apolinário Paquete, apelou hoje (sexta-feira) às suas atletas a encarem o jogo da segunda-mão da taça de Angola em basquetebol, segunda-feira, diante do 1º de Agosto, com mais seriedade, para que possam revalidá-la.
Em declarações à imprensa, o treinador disse que o favoritismo está na sua posse, porque o jogo a ser disputado em sua casa e também são detentores da prova, e têm todos os requisitos para conseguir alcançar o que preconizaram.
"Se jogarmos com a mesma vontade de ganhar que tivemos no joga primeira-mão em casa do adversário, então vamos alcançar mais este objectivo", enfatizou.
O interclube está desde 2009 na posse da taça de Angola e do campeonato nacional da modalidade.
As campeãs nacionais e detentoras da Taça voltam a defrontar as militares segunda-feira, no Pavilhão 28 de Fevereiro, reduto das polícias
Aníbal Moreira quer contrariar Interclube na segunda-mão
O técnico da equipa sénior feminino do 1º de Agosto Aníbal Moreira afirmou hoje (sexta-feira), em Luanda, que a sua equipa vai fazer tudo para contrariar o favoritismo do Interclube na segunda-mão da taça de Angola.
Em declarações à imprensa, no final da partida em que perdeu em casa na primeira-mão por 57-52, disse que vai trabalhar a equipa nos dois dias que faltam para o jogo a seguir para sair-se melhor na taça de Angola.
"Sei que não será fácil a missão, temos um grupo com objectivo e começa com a taça de Angola", reconheceu o técnico.
O 1º de Agosto desde 2009 que não consegue ganhar a taça em posse do Interclube.
O técnico do Interclube, Apolinário Paquete, apelou hoje (sexta-feira) às suas atletas a encarem o jogo da segunda-mão da taça de Angola em basquetebol, segunda-feira, diante do 1º de Agosto, com mais seriedade, para que possam revalidá-la.
Em declarações à imprensa, o treinador disse que o favoritismo está na sua posse, porque o jogo a ser disputado em sua casa e também são detentores da prova, e têm todos os requisitos para conseguir alcançar o que preconizaram.
"Se jogarmos com a mesma vontade de ganhar que tivemos no joga primeira-mão em casa do adversário, então vamos alcançar mais este objectivo", enfatizou.
O interclube está desde 2009 na posse da taça de Angola e do campeonato nacional da modalidade.
ANGOLA : D´Agosto verga Interclube
Apesar de ter exprimentado algunas dificuldades, fundamentalmente nos dois primeiros períodos, a equipa do 1º de Agosto derrotou, ontem, no Pavilhão 28 de Fevereiro, o Grupo Desportivo Interclube, por 78-94, em partida a contar para à décima segunda jornada do BAI Basket. Com este triunfo, os militares continuam a partilhar a liderança da prova com os libolenses, ambos com 23 pontos. Depois da vitória frente ao arqui-rival, Petro de Luanda, a quem venceu na última quarta-feira, por 87-75, os pupilos de Mário Palma apresentaram-se motivados no desafio, factor que terá contribuído para o bom desempenho da equipa.
O equilíbrio marcou o quarto inicial, onde os polícias venceram por apenas um ponto de diferença (26-25). Resultado que nesta etapa atesta, perfeitamente, o desempenho das duas formações. O segundo período foi o menos produtivo, principalmente para a formação caseira, que anotou apenas nove pontos contra 15 do seu opositor, tendo o resultado se fixado em 35-41, a favor do Clube Central das Forças Armadas Angolanas. A pouca produtividade da equipa adstrita à Polícia Nacional deveu-se ao maior rigor defensivo exercido pelos militares do Rio Seco, que num espaço de três dias conseguiu duas importantes vitórias para a consumação dos objectivos, ou seja, a recuperação do título perdido para o rival, Petro de Luanda.
O equilíbrio marcou o quarto inicial, onde os polícias venceram por apenas um ponto de diferença (26-25). Resultado que nesta etapa atesta, perfeitamente, o desempenho das duas formações. O segundo período foi o menos produtivo, principalmente para a formação caseira, que anotou apenas nove pontos contra 15 do seu opositor, tendo o resultado se fixado em 35-41, a favor do Clube Central das Forças Armadas Angolanas. A pouca produtividade da equipa adstrita à Polícia Nacional deveu-se ao maior rigor defensivo exercido pelos militares do Rio Seco, que num espaço de três dias conseguiu duas importantes vitórias para a consumação dos objectivos, ou seja, a recuperação do título perdido para o rival, Petro de Luanda.
O triunfo militar acabou por acertar as contas, já que na final da Taça 4 de Fevereiro a equipa da Polícia havia superado o grémio do Rio Seco. Com Armando Costa a comandar o jogo ofensivo, a formação do 1º de Agosto conseguiu uma parcial de 26-18, no terceiro período, o que perfez 53-67 no final do quarto. No derradeiro período, a maior maturidade competitiva falou mais alto, e o 1º de Agosto acabou por vencer por 94-78. O poste Eduardo Mingas, do Interclube, foi o cestinha do desafio, com 19 pontos. O internacional angolano destacou-se ainda nos ressaltos, tendo capturado 16 (10/6). No 1º de Agosto, Armando Costa, Domingos Bonifácio e Carlos Almeida estiveram em grande, com 17 e 14 pontos, respectivamente.
Ainda ontem, o Libolo cilindrou o Clube Amigos de Viana, por expressivos 147-39. O ASA bateu o Vila Estoril, por 95-82. O Petro, por seu turo, não teve dificuldades em bater o Cduan, por 57-90. Libolo e 1º de Agosto continuam na liderança da prova, com 23 pontos cada. O Petro vem a seguir, com 22 pontos, ao passo que o Interclube mantém o quarto lugar, agora com 21 pontos. O ASA ocupa o quinto posto, com 19.
Ficha técnica
Pavilhão: 28 de Fevereiro
Arbitragem: Carlos Júlio, Osvaldo Neto e Francisco Pacheco
Interclube: Edmundo Ventura (12), Matthhew Shaw (5), Francisco Machado (0), Kevin Goffney (13), Jorge Taty (5), Muamba Ilunga (0), Lifetu Selengue (10), Eduardo Mingas (19), Milton Barros (11), Helder Ortet (0), Simão João (3), Joaquim Xavier (0).
Treinador: José Carlos Guimarães
1º de Agosto: Domingos Bonifácio (14), Filipe Abraão (0), Armando Costa (17), Mário Correia (7), Felizardo Ambrósio (8), Joaquim Gomes “Kikas” (6), Gerson Monteiro (2), Carlos Almeida (14), Miguel Lutonda (4), Leonel Paulo (7), Islando Manuel (4), Reggie Moore (9).
Treinador: Mário Palma
Marcha do marcador: 26-25, 35-41, 53-67, 78-94
Polícias estão vantagem
A equipa sénior femina do Grupo Desportivo Interclube deu um passo importante rumo à reconquista da 28ª edição da Taça de Angola, ao vencer ontem, no Pavilhão do Codenm, o 1º de Agosto, por 57-52, em partida referente à primeira-mão da final da referida competição. A partida foi jogada sob signo de equilíbrio. Aliás, o resultado espelha perfeitamente o quão foi difícil para os dois contendores. A partida da segunda-mão acontece na próxima segunda-feira, dia 27, no Pavilhão 28 de Fevereiro. MC
Libolo e ASA medem forças
Vindos de vitórias na ronda anterior, as formações do Recreativo do Libolo e do Atlético Sport Aviação (ASA) defrontam-se hoje, a partir das 18h00, no Pavilhão Principal da Cidadela, no destaque da décima terceira jornada do BAI Basket. O Libolo, que partilha a liderança com o 1º de Agosto, ambos com 23 pontos, apresenta-se a priori como principal favorito a conquista dos dois pontos em disputa. Apesar do favoritismo, os aviadores que ocupam nesta altura a quinta posição do BAI Basket, com 19 pontos, vão, seguramente, tentar dificultar as pretensões dos libolenses. Já o 1º de Agosto terá pela frente a modesta formação do Vila Clotilde, ao passo que o Petro de Luanda vai defrontar o Vila Estoril. O Sporting de Luanda vai jogar diante da Lusíada. MC
24 Fevereiro 2012
ANGOLA : D´Agosto moralizado visita hoje os Polícias
Com a integração do extremo Gerson Monteiro, atleta que já tinha anunciado a sua retirada das quadras, a formação do 1º de Agosto desloca-se esta noite (18h00), ao Pavilhão 28 de Fevereiro, para defrontar o Grupo Desportivo Interclube, em partida referente à 12ª jornada do Campeonato Nacional de Basquetebol em seniores masculinos (BAI Basket), primeira da segunda volta. Quem também pode fazer a sua “estreia” no BAI Basket com as cores do 1º de Agosto é o internacional angolano Adolfo Quimbamba, que no princípio da época tinha sido dispensado.
Mário Palma decidiu recuperar e integrar os dois atletas, para reforçar o seu plantel que, no seu entender, está muito limitado em termos de valores individuais. Depois do triunfo alcançado na última quarta-feira, frente ao arqui-rival, Petro de Luanda, por 87-75, os pupilos de Mário Palma estão seguramente mais confiantes para o embate de logo. O período menos conseguido da equipa militar, em que já perdeu cinco troféus, designadamente a Taça do Clubes Campeões Africanos, Taça 4 de Fevereiro, torneio “EME”, torneio Victorino Cunha e a Supertaça Compal, faz parte do passado, pelo que, Mário Palma, técnico contratado para resgatar a mística do clube, prometeu um 1º de Agosto diferente na forma como aborda o seu jogo, tanto no capítulo defensivo, como no ofensivo.
Pelo que tudo indica, a crise de maus resultados terminou na quarta-feira, com a vitória alcançada frente ao campeão nacional em título (Petro de Luanda). A partida de hoje, entre polícias e militares, serve de acerto de contas, uma vez que os pupilos de José Carlos Guimarães tinham superado os comandados de Mário Palma na final da Taça 4 de Fevereiro. O Interclube, que se vale do seu jogo colectivo, vai procurar suplantar mais uma vez o Clube Central das Forças Armadas Angolanas, que em termos de valores individuais é de longe superior ao grémio da equipa adstrita à Polícia Nacional.
A ronda 12 do BAI Basket tem início às 14h00, quando Clube Vila Estoril receber no Pavilhão Anexo número dois a equipa do ASA. O Recreativo do Libolo do Kwanza-Sul defronta, às 16h00, no Pavilhão Principal da Cidadela, o Clube Amigos de Viana. À mesma hora, mas no Pavilhão Anexo, o Futebol Clube Vila Clotilde mede forças com a Lusíada. O Sporting de Luanda defronta às 15h00, o Sporting de Cabinda, no Pavilhão 28 de Fevereiro, ao passo que o Cduan tem pela frente o Petro de Luanda, às 18h00, no Pavilhão Principal da Cidadela. Libolo e 1º de Agosto lideram o BAI Basket, ambos com 21 pontos. Petro está na terceira posição, com 19 pontos.
Libolenses e militares à frente na primeira volta
As formações do Grupo Desportivo e Recreativo do Libolo do Kwanza-Sul e do 1º de Agosto sagraram-se campeões da primeira volta da 34ª edição do Campeonato Nacional de Basquetebol em seniores masculinos. As duas agremiações terminaram a primeira volta do BAI Basket em primeiro lugar, ambas com 21 pontos, fruto de dez vitórias e uma derrota. O Petro de Luanda, outro candidato à conquista da 34ª edição do Campeonato Nacional, terminou no terceiro posto, com 19 pontos. Atlético Sport Aviação (ASA) e Interclube, equipas que lutam igualmente para os lugares cimeiros, ocuparam as posições imediatas, com 18 e 17 pontos, respectivamente. Das 12 equipas que disputam a edição número 34 do BAI Basket, apenas o Clube Amigos de Viana é que não venceu, até aqui, qualquer partida, ocupando, por isso, a cauda da tabela classificativa, com apenas 11 pontos. MC
Na luta pela Taça de Angola
A equipa sénior feminina do 1º de Agosto recebe hoje, no Pavilhão do Codenm, a partir das 18h00, o Grupo Desportivo Interclube, para a primeira-mão da final da Taça de Angola. Depois de ter deixado nas meias-finais a formação do Grupo Desportivo O Maculusso, a equipa rubro e negra, liderada por Aníbal Moreira, vai procurar, na partida de logo, vencer por uma margem confortável de pontos, para encarar com algum conforto a segunda-mão, a ser disputada no próximo dia 27, no Pavilhão 28 de Fevereiro.
O técnico do 1º de Agosto, em declarações a comunicação social, não escondeu o desejo de vergar a equipa adstrita à Polícia Nacional nos dois encontros, conquistando, deste modo, a Taça de Angola, prova que há dois anos não sai da galeria do Interclube. Apesar de jogar no reduto alheio, a formação do Grupo Desportivo Interclube tem como meta bater o 1º de Agosto, para no jogo de resposta confirmarem a reconquista do ceptro. O Interclube eliminou nas meias-finais o Juventude de Viana.MC
23 Fevereiro 2012
MOÇAMBIQUE : BÁSQUETE DE “PRIMEIRA ÁGUA”: Maputo poderá entrar na Supertaça Compal
A EXPERIÊNCIA de alargar a prova ao nosso país, através do Maxaquene, criando-se assim o triunvirato Angola/Moçambique/Portugal, foi para os organizadores um sucesso absoluto. Vai daí, Maputo poderá, já no próximo ano, entrar na rota da Supertaça Compal em Basquetebol, com a recepção da quarta edição.
A recém-terminada competição foi uma experiência rica e aplaudida em inovações: primeiro, o aumento do número de equipas participantes, de quatro para seis, facto que permitiu o convite ao Maxaquene, campeão moçambicano de 2010, e ao CAB Madeira, vencedor da Taça de Portugal; segundo, o alargamento da prova a um terceiro país, o nosso, que se juntou aos pioneiros Angola e Portugal; terceiro, a realização da primeira fase da competição numa cidade que não seja a capital, neste caso, a bela cidade de Benguela, em Angola.
Na apreciação dos organizadores, Federações Angolana e Portuguesa de Basquetebol, e do patrocinador, a Compal, todas as inovações foram extraordinariamente positivas e proporcionaram, por um lado, acesso aos jogos a mais espectadores e telespectadores, através dos canais de televisão TPA, de Angola, TVM, de Moçambique, e Sport TV, de Portugal; e, por outro, um nível de competitividade fora de série, propiciando deste modo a qualidade os organizadores pretendem que seja apanágio do evento.
Atento aos corredores do certame, tanto em Benguela como em Luanda, esteve o presidente da Federação Moçambicana de Basquetebol, Francisco Mabjaia, que não perdeu o ensejo para contactos diplomáticos exploratórios de forma que a quarta edição da Taça Compal seja em Maputo, no próximo ano. Mabjaia conversou com dirigentes angolanos, portugueses e da empresa patrocinadora, tendo unanimemente acolhido a ideia com satisfação, colocando, no entanto, algumas condições – que, felizmente, o nosso país corresponde cabalmente.
Essas condições têm a ver, nomeadamente, com as componentes desportiva e logística, isto é, um pavilhão moderno, boa capacidade de albergue e com todos os apetrechos para transmissões televisivas em directo; hotéis e transporte à altura para as equipas e, claro, excelente capacidade de mobilização dos organizadores para que o público aflua em massa aos jogos.
Perante este cenário, para além da tradição que a bola-ao-cesto tem no nosso país, aliás, reconhecida por angolanos e portugueses, Francisco Mabjaia foi buscar o exemplo dos X Jogos Africanos de Maputo-2011 para convencer os seus parceiros, destacando que o basquetebol foi, inequivocamente, a modalidade mais concorrida pelos moçambicanos e naquela em que mais se vibrou, até porque as nossas selecções comportaram-se de forma meritória.
Colocado face a estes factos pelos jornalistas, Francisco Oliveira, Director de Mercados Internacionais da Compal (Portugal), disse que no que diz respeito à sua empresa Maputo pode perfeitamente ser a próxima sede da prova, tanto mais que Moçambique é um dos mercados preferenciais da Compal, daí que tudo dependerá daquilo que for o entendimento entre os organizadores, Federações Angolana e Portuguesa de Basquetebol, e a sua congénere moçambicana.
Portugal não se importa em ceder a Moçambique - afirma Mário Saldanha, presidente da Federação lusa
O presidente da Federação Portuguesa de Basquetebol, Mário Saldanha, explicou que, de acordo com a calendarização, a quarta edição está aprazada para Portugal, mas, havendo solicitações de vários quadrantes para que a mesma tenha lugar em Moçambique, não se importava em abrir mão e ceder a organização ao nosso país, desde que, em primeiro lugar, estejam garantidas as condições desportivas e logísticas para que a prova seja um verdadeiro sucesso, à semelhança daquilo que agora se viu em Benguela e Luanda.
“Como sabem, esta é uma organização entre Angola e Portugal, no entanto, da nossa parte há disponibilidade para cedermos a prova a Moçambique, em 2012, dependendo também do desejo do patrocinador para que tal aconteça. Mais: não nos importamos em alterar o regulamento e conversar com os clubes de modo a acomodarmos Moçambique como organizador. Portanto, julgo que, em princípio, todos nós concordamos e gostamos da ideia, pelo que doravante é só uma questão fazer os estudos necessários, tendo em conta que o volume de gastos será naturalmente outro”, referiu Mário Saldanha.
Segundo ele, depois do balanço da terceira edição, a ser efectuado ao longo desta semana, será fixada uma data de visita de inspecção a Maputo, envolvendo as duas Federações e o patrocinador, e só nessa altura, dependendo daquilo que for encontrado no terreno, definitivamente se saberá que Moçambique acolhe, ou não, a quarta edição da Supertaça Compal, no próximo ano.
Afirmando-se saudosista do nosso país, em virtude de aqui ter feito o serviço militar e jogado básquete no Sporting da Beira e, inclusive se sagrado campeão de Manica e Sofala, Mário Saldanha disse que gostaria de regressar a Moçambique de forma triunfal com a Supertaça Compal, face à sua grandeza e ao envolvimento que gira à sua volta. “Como podem observar, tenho razões mais que suficientes para defender que a prova seja em Moçambique e, pessoalmente, na qualidade de presidente da Federação Portuguesa de Basquetebol, irei me empenhar para que isso seja uma realidade e espero conseguir ultrapassar todas as etapas”, acrescentou.
Saldanha afirmou que, para além da Compal, empresa patrocinadora, é necessário aglutinar outras entidades, como são os casos das Linhas Aéreas de Moçambique, dos hotéis, dos transportes terrestres, das televisões, das telecomunicações, para que juntem esforços em prol do sucesso do evento.
A recém-terminada competição foi uma experiência rica e aplaudida em inovações: primeiro, o aumento do número de equipas participantes, de quatro para seis, facto que permitiu o convite ao Maxaquene, campeão moçambicano de 2010, e ao CAB Madeira, vencedor da Taça de Portugal; segundo, o alargamento da prova a um terceiro país, o nosso, que se juntou aos pioneiros Angola e Portugal; terceiro, a realização da primeira fase da competição numa cidade que não seja a capital, neste caso, a bela cidade de Benguela, em Angola.
Na apreciação dos organizadores, Federações Angolana e Portuguesa de Basquetebol, e do patrocinador, a Compal, todas as inovações foram extraordinariamente positivas e proporcionaram, por um lado, acesso aos jogos a mais espectadores e telespectadores, através dos canais de televisão TPA, de Angola, TVM, de Moçambique, e Sport TV, de Portugal; e, por outro, um nível de competitividade fora de série, propiciando deste modo a qualidade os organizadores pretendem que seja apanágio do evento.
Atento aos corredores do certame, tanto em Benguela como em Luanda, esteve o presidente da Federação Moçambicana de Basquetebol, Francisco Mabjaia, que não perdeu o ensejo para contactos diplomáticos exploratórios de forma que a quarta edição da Taça Compal seja em Maputo, no próximo ano. Mabjaia conversou com dirigentes angolanos, portugueses e da empresa patrocinadora, tendo unanimemente acolhido a ideia com satisfação, colocando, no entanto, algumas condições – que, felizmente, o nosso país corresponde cabalmente.
Essas condições têm a ver, nomeadamente, com as componentes desportiva e logística, isto é, um pavilhão moderno, boa capacidade de albergue e com todos os apetrechos para transmissões televisivas em directo; hotéis e transporte à altura para as equipas e, claro, excelente capacidade de mobilização dos organizadores para que o público aflua em massa aos jogos.
Perante este cenário, para além da tradição que a bola-ao-cesto tem no nosso país, aliás, reconhecida por angolanos e portugueses, Francisco Mabjaia foi buscar o exemplo dos X Jogos Africanos de Maputo-2011 para convencer os seus parceiros, destacando que o basquetebol foi, inequivocamente, a modalidade mais concorrida pelos moçambicanos e naquela em que mais se vibrou, até porque as nossas selecções comportaram-se de forma meritória.
Colocado face a estes factos pelos jornalistas, Francisco Oliveira, Director de Mercados Internacionais da Compal (Portugal), disse que no que diz respeito à sua empresa Maputo pode perfeitamente ser a próxima sede da prova, tanto mais que Moçambique é um dos mercados preferenciais da Compal, daí que tudo dependerá daquilo que for o entendimento entre os organizadores, Federações Angolana e Portuguesa de Basquetebol, e a sua congénere moçambicana.
Portugal não se importa em ceder a Moçambique - afirma Mário Saldanha, presidente da Federação lusa
O presidente da Federação Portuguesa de Basquetebol, Mário Saldanha, explicou que, de acordo com a calendarização, a quarta edição está aprazada para Portugal, mas, havendo solicitações de vários quadrantes para que a mesma tenha lugar em Moçambique, não se importava em abrir mão e ceder a organização ao nosso país, desde que, em primeiro lugar, estejam garantidas as condições desportivas e logísticas para que a prova seja um verdadeiro sucesso, à semelhança daquilo que agora se viu em Benguela e Luanda.
“Como sabem, esta é uma organização entre Angola e Portugal, no entanto, da nossa parte há disponibilidade para cedermos a prova a Moçambique, em 2012, dependendo também do desejo do patrocinador para que tal aconteça. Mais: não nos importamos em alterar o regulamento e conversar com os clubes de modo a acomodarmos Moçambique como organizador. Portanto, julgo que, em princípio, todos nós concordamos e gostamos da ideia, pelo que doravante é só uma questão fazer os estudos necessários, tendo em conta que o volume de gastos será naturalmente outro”, referiu Mário Saldanha.
Segundo ele, depois do balanço da terceira edição, a ser efectuado ao longo desta semana, será fixada uma data de visita de inspecção a Maputo, envolvendo as duas Federações e o patrocinador, e só nessa altura, dependendo daquilo que for encontrado no terreno, definitivamente se saberá que Moçambique acolhe, ou não, a quarta edição da Supertaça Compal, no próximo ano.
Afirmando-se saudosista do nosso país, em virtude de aqui ter feito o serviço militar e jogado básquete no Sporting da Beira e, inclusive se sagrado campeão de Manica e Sofala, Mário Saldanha disse que gostaria de regressar a Moçambique de forma triunfal com a Supertaça Compal, face à sua grandeza e ao envolvimento que gira à sua volta. “Como podem observar, tenho razões mais que suficientes para defender que a prova seja em Moçambique e, pessoalmente, na qualidade de presidente da Federação Portuguesa de Basquetebol, irei me empenhar para que isso seja uma realidade e espero conseguir ultrapassar todas as etapas”, acrescentou.
Saldanha afirmou que, para além da Compal, empresa patrocinadora, é necessário aglutinar outras entidades, como são os casos das Linhas Aéreas de Moçambique, dos hotéis, dos transportes terrestres, das televisões, das telecomunicações, para que juntem esforços em prol do sucesso do evento.
ANGOLA : Interclube e 1º de Agosto disputam final da Taça de Angola
As equipas seniores feminina de basquetebol do Interclube e do 1º de Agosto defronta-se na final da Taça de Angola, a melhor de dois jogos, a partir do dia 24 do corrente mês.
A primeira mão disputa-se no Rio Seco, casa da equipa militar.
Para chegar à final, a equipa do Interclube, detentora da taça e campeã nacional, eliminou o Desportivo Juventude de Viana, enquanto que o 1º de Agosto deixou para trás o Desportivo do Maculusso
O jogo da segunda-mão está previsto para o dia 27 próximo no pavilhão 28 Fevereiro.
A primeira mão disputa-se no Rio Seco, casa da equipa militar.
Para chegar à final, a equipa do Interclube, detentora da taça e campeã nacional, eliminou o Desportivo Juventude de Viana, enquanto que o 1º de Agosto deixou para trás o Desportivo do Maculusso
O jogo da segunda-mão está previsto para o dia 27 próximo no pavilhão 28 Fevereiro.
22 Fevereiro 2012
MOÇAMBIQUE : SUPERTAÇA COMPAL EM BASQUETEBOL - Festa rija na Cidadela!
FORÇA, a espectacularidade e os incontáveis e prestigiosos sucessos internacionais que caracterizam a bola-ao-cesto angolana foram mais uma vez vincados na noite de domingo, no Pavilhão da Cidadela Desportiva de Luanda.
A festa foi realmente bonita, rija e em tons amarelo-vermelho-azul, o tricolor do Petro de Luanda que subiu ao pódio com a conquista da terceira edição da Supertaça Compal em Basquetebol, ao derrotar convincentemente o FC Porto, pela marca de 64-51.
Em Angola, não é o básquete que procura o público. Não senhor! É, isso sim, o público que procura o básquete, tal é a sua popularidade e beleza, sobretudo quando os desafios envolvem o quarteto Petro de Luanda/1º de Agosto/Recreativo de Libolo/Inter de Luanda. Quando assim é, a bola-ao-cesto angolana não precisa de se preocupar com os espectadores. São estes que se preocupam, pois o mínimo que se espera é lotação esgotada, tal como se prevê, por exemplo, para amanhã, no Pavilhão do Rio Seco, no tradicional “derby” entre Perro e 1º de Luanda, de acerto do calendário do campeonato nacional.
No domingo, na final da Supertaça Compal, para além das bancadas totalmente preenchidas, uma enorme faixa se destacava através de um grupo vestido com as cores “petrolíferas”, cantando e dançando ao som de tambores e trompetes. Festa em grande! Festa gigantesca que, aliás, era transmitida das quatro linhas para as bancadas, tendo em conta a classe e a forma vigorosa com que o Petro de Luanda se apresentava diante do FC Porto.
O campeão português até tentou vincar a sua verticalidade, no entanto, o basquetebol dos “tricolores” angolanos era francamente superior. Superior em todos os aspectos, face ao seu primor, cadência defensiva e atacante a uma velocidade estonteante, com a presença do americano Roderick Nealy a acrescentar mais qualidade à alta qualidade da formação orientada pelo português Alberto Babo, que, curiosamente, foi campeão lusitano pelos “dragões”, antes de rumar para Angola.
Mas um aspecto meritório deve ser atribuído ao FC Porto: a sua entrada empolgante e o instinto matador que emprestou ao seu jogo durante o primeiro período, dando até a sensação de que tinha em absoluto os cordelinhos do jogo. Puro engano! A sua vitória por 22-16 foi logo a seguir superada pelo basquetebol melhor elaborado do Petro, mercê da velocidade e de um extraordinário envolvimento colectivo que acabaram ofuscando os nomes mais sonantes da formação portuguesa, casos de Robert Johnson e de Miguel Miranda, que se viram sem espaço para os seus habituais e infalíveis triplos.
E com este cenário os factos eram irrefutáveis: o Petro de Luanda era o maior no rectângulo de jogo, e Bráulio Morais Roderick Nealy, Cedric Isom, Carlos Morais, Miguel Kiala e Paulo Santana se encarregavam de fazer as delícias ao público, em particular da enérgica e ensurdecedora claque dos “petrolíferos”. Os parciais do segundo até ao último período dizem bem da viragem e consequente domínio do campeão angolano: 39-29, 54-42 e 64-51.
Com o ecoar da buzina, a festa atingiu o seu clímax no Pavilhão da Cidadela. E, tal como se diz no basquetebol angolano, todas as provas, pequenas ou grandes, não interessa o tamanho, são para serem ganhas. Palavras, aliás, corroboradas pelo técnico Alberto Babo, quando na Conferência de Imprensa disse que o Petro, este ano, pretende ganhar tudo, independentemente do peso da competição. No caso específico da Supertaça Compal, a qualidade das equipas participantes, a rivalidade entre os angolanos e todo o envolvimento organizacional à sua volta fazem dela um evento verdadeiramente cobiçável, o que também foi testemunhado pela celebração dos jogadores, dirigentes e adeptos da equipa “tricolor”.
Tendo recebido medalhas e o troféu das mãos do ministro da Juventude e Desportos de Angola, Gonçalves Muandumba, o Petro Atlético de Luanda encaixou ainda, pela vitória, o montante de um milhão e quatrocentos mil Kwanzas (14 mil dólares). O Maxaquene, último classificado da prova, foi presenteado pelo presidente do Comité Olímpico de Portugal, Vicente Moura, um dos convidados de honra da terceira edição da Supertaça Compal em Basquetebol. Aos “tricolores”, que regressaram ontem à noite ao Maputo, coube um troféu e a importância de 420 mil Kwanzas (4200 dólares).
Alexandre Zandamela
A festa foi realmente bonita, rija e em tons amarelo-vermelho-azul, o tricolor do Petro de Luanda que subiu ao pódio com a conquista da terceira edição da Supertaça Compal em Basquetebol, ao derrotar convincentemente o FC Porto, pela marca de 64-51.
Em Angola, não é o básquete que procura o público. Não senhor! É, isso sim, o público que procura o básquete, tal é a sua popularidade e beleza, sobretudo quando os desafios envolvem o quarteto Petro de Luanda/1º de Agosto/Recreativo de Libolo/Inter de Luanda. Quando assim é, a bola-ao-cesto angolana não precisa de se preocupar com os espectadores. São estes que se preocupam, pois o mínimo que se espera é lotação esgotada, tal como se prevê, por exemplo, para amanhã, no Pavilhão do Rio Seco, no tradicional “derby” entre Perro e 1º de Luanda, de acerto do calendário do campeonato nacional.
No domingo, na final da Supertaça Compal, para além das bancadas totalmente preenchidas, uma enorme faixa se destacava através de um grupo vestido com as cores “petrolíferas”, cantando e dançando ao som de tambores e trompetes. Festa em grande! Festa gigantesca que, aliás, era transmitida das quatro linhas para as bancadas, tendo em conta a classe e a forma vigorosa com que o Petro de Luanda se apresentava diante do FC Porto.
O campeão português até tentou vincar a sua verticalidade, no entanto, o basquetebol dos “tricolores” angolanos era francamente superior. Superior em todos os aspectos, face ao seu primor, cadência defensiva e atacante a uma velocidade estonteante, com a presença do americano Roderick Nealy a acrescentar mais qualidade à alta qualidade da formação orientada pelo português Alberto Babo, que, curiosamente, foi campeão lusitano pelos “dragões”, antes de rumar para Angola.
Mas um aspecto meritório deve ser atribuído ao FC Porto: a sua entrada empolgante e o instinto matador que emprestou ao seu jogo durante o primeiro período, dando até a sensação de que tinha em absoluto os cordelinhos do jogo. Puro engano! A sua vitória por 22-16 foi logo a seguir superada pelo basquetebol melhor elaborado do Petro, mercê da velocidade e de um extraordinário envolvimento colectivo que acabaram ofuscando os nomes mais sonantes da formação portuguesa, casos de Robert Johnson e de Miguel Miranda, que se viram sem espaço para os seus habituais e infalíveis triplos.
E com este cenário os factos eram irrefutáveis: o Petro de Luanda era o maior no rectângulo de jogo, e Bráulio Morais Roderick Nealy, Cedric Isom, Carlos Morais, Miguel Kiala e Paulo Santana se encarregavam de fazer as delícias ao público, em particular da enérgica e ensurdecedora claque dos “petrolíferos”. Os parciais do segundo até ao último período dizem bem da viragem e consequente domínio do campeão angolano: 39-29, 54-42 e 64-51.
Com o ecoar da buzina, a festa atingiu o seu clímax no Pavilhão da Cidadela. E, tal como se diz no basquetebol angolano, todas as provas, pequenas ou grandes, não interessa o tamanho, são para serem ganhas. Palavras, aliás, corroboradas pelo técnico Alberto Babo, quando na Conferência de Imprensa disse que o Petro, este ano, pretende ganhar tudo, independentemente do peso da competição. No caso específico da Supertaça Compal, a qualidade das equipas participantes, a rivalidade entre os angolanos e todo o envolvimento organizacional à sua volta fazem dela um evento verdadeiramente cobiçável, o que também foi testemunhado pela celebração dos jogadores, dirigentes e adeptos da equipa “tricolor”.
Tendo recebido medalhas e o troféu das mãos do ministro da Juventude e Desportos de Angola, Gonçalves Muandumba, o Petro Atlético de Luanda encaixou ainda, pela vitória, o montante de um milhão e quatrocentos mil Kwanzas (14 mil dólares). O Maxaquene, último classificado da prova, foi presenteado pelo presidente do Comité Olímpico de Portugal, Vicente Moura, um dos convidados de honra da terceira edição da Supertaça Compal em Basquetebol. Aos “tricolores”, que regressaram ontem à noite ao Maputo, coube um troféu e a importância de 420 mil Kwanzas (4200 dólares).
Alexandre Zandamela
ANGOLA : D´Agosto & Petro
Em sub-rendimento total, a formação do 1º de Agosto recebe hoje, a partir das 18h00, no seu reduto (Pavilhão do Codenm), o arqui-rival Petro de Luanda, em partida de acerto à primeira jornada da 34ª edição do Campeonato Nacional de Basquetebol em seniores masculinos, BAI Basket.
Apesar de estar a atravessar um mau momento neste início de temporada, com cinco provas perdidas, designadamente, a Taça dos Clubes Campeões Africanos, Taça 4 de Fevereiro, o torneio “EME”, a Taça Victorino Cunha e a Supertaça Compal, um clássico é sempre um clássico, pelo que, a partida de logo vai ser jogada sob o signo do equilíbrio.
Mário Palma, que nos últimos tempos se tem queixado muito do seu plantel por entender está muito limitado em termos de “valores individuais”, vai preparar uma equipa que seja capaz de neutralizar o jogo ofensivo da equipa tricolor, dada a motivação com que está, depois da conquista da Supertaça Compal.Gerson Monteiro e Adolfo Quimbamba, ao que tudo indica, podem representar, ainda esta época, o Clube Central das Forças Armadas Angolanas. Gerson tinha anunciado a retirada das quadras, depois de ter sido dispensado do Sporting de Cabinda, ao passo que Quimbamba foi dispensado da formação militar no início da presente temporada.
Com o regresso de Mário Palma ao 1º de Agosto, e face ao sub-rendimento em que a equipa se encontra, estes atletas podem “reforçar” a equipa rubro e negra para o resto da temporada.Esta manhã, os pupilos de Mário Palma realizam no Pavilhão do Codenm o último treino antes do embate deste noite.Miguel Pontes Lutonda, Carlos Almeida, Joaquim Gomes “Kikas”, Felizardo Ambrósio, Reggie Moore, Mário Correia entre outros, são chamados a assumirem o jogo ofensivo da turma militar.
Os petrolíferos da capital estão cientes das dificuldades que vão encontrar no famoso “inferno do Codenm” mas, ainda assim, o discurso no seio do grupo continua a ser o de vitória, como de resto fez saber o seu técnico principal, Alberto Babo.Com o regresso de Braúlo Morais, que foi determinante para a conquista da terceira edição da Supertaça Compal, o técnico viu aumentado o leque de opções da posição um (base).
O público vai seguramente lotar o Pavilhão do Codenm para testemunhar o grande espectáculo que vai ser proporcionado pelos jogadores dos dois emblemas.As duas equipas podem alinhar com o seguinte cinco inicial: 1º de Agosto – Miguel Lutonda, Carlos Almeida, Joaquim Gomes Kikas”, Felizardo Ambrósio e Mário Correia; Petro – Paulo Santana, Carlos Morais, Roderick Nealy, Hermenegildo Mbunga e Cedric Isom. O Recreativo do Libolo do Kwanza-Sul lidera o BAI Basket, com 19 pontos, seguido do ASA, com 18. Petro e 1º de Agosto ocupam as posições imediatas, com 17 e 15 pontos, respectivamente.
Polícias e militares em vantagem na Taça
As equipas sénior femininas de basquetebol do Interclube e do 1º de Agosto estão em vantagem nas meias-finais da Taça de Angola, após vencerem na segunda-feira, no Pavilhão Anexo à Cidadela, em Luanda, os jogos da primeira-mão.O Interclube derrotou o Grupo Desportivo Juventude de Viana, por 68-37, numa partida em que a norte-americana Danielle Green, ao serviço da equipa da Polícia Nacional, foi a melhor marcadora, com 13 pontos, seguida das suas companheiras Sónia Guadalupe e Tierra Handerson, ambas com 10.
O 1º de Agosto, por seu lado, venceu o Desportivo do Maculusso, por 66-49, com a atleta Eva Silva do Maculusso a destacar-se como melhor cestinha, com 12 pontos.Os desafios da segunda-mão realizam-se hoje, no Pavilhão Dream Space, no distrito urbano de Viana, a partir das 15h30.
Infra-estruturas do país impressionam técnico do FC Porto
O técnico principal do Futebol Clube do Porto, Moncho Lópes, espanhol de nacionalidade, mostrou-se impressionado com as infra-estruturas para a prática da modalidade.Moncho Lópes fez estas declarações à comunicação social depois da derrota da sua equipa frente ao Petro de Luanda, no domingo, para a final da terceira edição da Supertaça Compal.
“Já passei por vários países, tanto a nível da Europa, como a nível da América, e sinceramente não vi infra-estruturas como as vossas.Por isso, estão de parabéns e devem continuar a incentivar a juventude para a prática da modalidade, porque vocês têm potencial humano”, asseverou Moncho Lópes.
O técnico portista reconheceu que a formação do Petro de Luanda foi um justo vencedor da terceira edição da Supertaça Compal, porque superiorizou-se entre as demais equipas.Quanto ao nível do torneio, considerou-o muito elevado, daí que, apelou às duas federações (Angola e Portugal) e a Compal a manterem a prova por mais anos.A qualidade do basquetebol angolano também mereceu rasgados elogios ao técnico do Porto.“Os jogadores angolanos são tecnicamente bastante evoluídos e não foi por acaso que Angola, durante vários anos, dominou o continente Africano, além de grandes participações tanto em Campeonatos do Mundo, como nos Jogos Olímpicos”, finalizou Moncho Lópes. MC
Apenas um apito internacional
Do trio de árbitros escolhidos para apitar o clássico dos clássicos de logo, no Pavilhão do Codenm, António Bernardo é o único que possui carteira internacional.António Bernardo, um dos árbitros conceituados da “bola ao cesto”, vai ser coadjuvado por Francisco Tando e Mbunga Pedro, árbitros nacionais de primeira.
21 Fevereiro 2012
MOÇAMBIQUE : SUPERTAÇA COMPAL EM BASQUETEBOL - Esbanjar munições a caminho da guerra
SE os “tricolores” fossem militares, não somente teriam perdido a guerra como também – pior ainda – teriam sido todos mortos. É que, se estrategicamente estiveram bem na fase primária do seu confronto de despedida da Supertaça Compal em Basquetebol, sábado à noite, no Pavilhão da Cidadela, em Luanda, diante do CAB Madeira, a verdade, porém, manda dizer que no pico da guerra, na etapa fundamental e decisiva, já tinham esbanjado as munições, facto aproveitado pela formação portuguesa para triunfar folgadamente pela marca de 75-57.
Caracterizado por um equilíbrio que evidenciava o mesmo nível de prontidão combativa das tropas, o desafio teve um começo primoroso para o Maxaquene, mercê da sua boa defesa e de bem sucedidas rápidas saídas para o contra-ataque. Os “tricolores” pressionavam os madeirenses à volta dos 6,25 metros, não lhes oferecendo nem espaço nem tempo para os triplos. No ataque, a turma moçambicana tinha, essencialmente, Samora Mucavele e Custódio Muchate como seus artífices, com Michael Bonaparte também em noite de grande inspiração, para além da vitalidade que Abel Assane, Pedro Mourana, Armando Baptista e Ivan Cossa emprestavam ao jogo.
Terá sido nesta fase empolgante que o Maxaquene esbanjou os seus recursos e toda a sua capacidade atacante, pois, no começo do segundo período, viu o CAB uma outra disposição táctica e o técnico João Freitas a recorrer com insistência às suas unidades nucleares e aqueles que efectivamente desequilibram em todos os aspectos. Vai daí, a acção de Austin Kenon, Shawn Jackson, Fábio Lima e Jarvis Gunter veio ao de cima e começou a fazer se sentir com mais propriedade. Os madeirenses passaram à dianteira no marcador, iniciando assim uma reviravolta de certo modo facilitada pelo adversário, nessa altura a perder muitas bolas nos ressaltos defensivos – até parecia que os jogadores tinham de manteiga nas mãos, de tanto o esférico se lhes escapulir, inexplicavelmente.
Aliás, pode parecer incrível, mas é verdade: no segundo período, os “tricolores” apenas fizeram seis pontos. Pouco! Autenticamente insignificante para quem pretende ganhar uma partida, a menos que, subsequentemente, confiasse em poderes extraordinários, o que, conforme se viu, não foi o caso do Maxaquene, uma vez que a partir daí não mais conseguiu se superiorizar ao CAB.
É verdade que a turma moçambicana – que teve o seu jogador mais valioso, Fernando Manjate, no banco durante toda a contenda, por razões que o técnico Iňak Garcia assumem serem absolutamente suas – ainda encetou uma reacção que lhe possibilitou, por exemplo, reduzir de 13 para quatro pontos de diferença, no entanto, os portugueses, nessa altura menos pressionados e já com a pontaria mais afinada, acabaram “matando” o adversário a partir de triplos.
E, quanto mais a margem se dilatava, a capacidade de resposta do Maxaquene também reduzia drasticamente, sendo então visível o atirar da toalha ao chão, até porque as tentativas de minimizar o fosso, através de lançamentos dos 6,25 metros, resultavam infrutíferas. Sílvio Letela, o prodigioso triplista, esteve praticamente ausente neste capítulo, enquanto Samora e Custódio ainda tiveram algum sucesso, mesmo assim insuficiente para travar uma equipa madeirense entusiasmada e mais afoita em função do resultado favorável.
FICHA TÉCNICA
Pavilhão da Cidadela, em Luanda
Árbitros: Fernando Rocha, Fernando Pacheco e Francisco Clésio
MAXAQUENE (57) – Fernando Manjate (0), Manuel Uamusse (2), Samora Mucavele (16), Sílvio Letela (3), Celso Manave (0), Pedro Mourana (2), Ivan Costa (0), Custódio Muchate (12), Abel Assane (4), Sérgio Macuácua (0), Armando Baptista (5) e Michael Bonaparte (13)
Treinador: Iňak Garcia
CAB MADEIRA (75) – Austin Kenon (15), Shawn Jackson (14), Jaime Silva (3), Mário Fernandes (0), João Ferreirinho (10), Fábio Lima (20), Jorge Coelho (0), Bruno Cavalcante (0), Barry Shetzer (0), Jarvis Gunter (13), José Bettencourt (0) e José Correia (0)
Treinador: João Freitas
Marcha do marcador: 20-19, 26-32, 42-59, 57-75.
Petro vencedor
O PETRO Atlético de Luanda conquistou ontem à noite, no Pavilhão da Cidadela, em Luanda, a terceira edição da Supertaça Compal em Basquetebol. O triunfo dos “petrolíferos” aconteceu na sequência da sua vitória sobre o FC Porto por 64-51, na disputadíssima final da competição e que foi vivida com muito entusiasmo pelos milhares de fervorosos adeptos presentes na “catedral” da bola-ao-cesto angolana.
O Petro de Luanda, treinado pelo português Alberto Babo, que curiosamente defrontou na final a sua antiga equipa, sucede assim ao 1º de Agosto, vencedor da segunda edição, depois de o primeiro vencedor ter sido o Sport Lisboa e Benfica.
Numa outra partida espectacular, realizada sábado, o Recreativo do Libolo bateu o 1º de Agosto pela marca de 79-65. A raça e a excelente capacidade de crença e de recuperação dos libolenses foram a nota dominante desta contenda, se considerarmos que chegaram a ter uma desvantagem de cerca de 20 pontos, no primeiro período.
Classificação final: 1º Petro de Luanda, 2º FC Porto, 3º Libolo, 4º 1º de Agosto, 5º CAB Madeira e 6º Maxaquene.
Alexandre Zandamela, em Luanda
Caracterizado por um equilíbrio que evidenciava o mesmo nível de prontidão combativa das tropas, o desafio teve um começo primoroso para o Maxaquene, mercê da sua boa defesa e de bem sucedidas rápidas saídas para o contra-ataque. Os “tricolores” pressionavam os madeirenses à volta dos 6,25 metros, não lhes oferecendo nem espaço nem tempo para os triplos. No ataque, a turma moçambicana tinha, essencialmente, Samora Mucavele e Custódio Muchate como seus artífices, com Michael Bonaparte também em noite de grande inspiração, para além da vitalidade que Abel Assane, Pedro Mourana, Armando Baptista e Ivan Cossa emprestavam ao jogo.
Terá sido nesta fase empolgante que o Maxaquene esbanjou os seus recursos e toda a sua capacidade atacante, pois, no começo do segundo período, viu o CAB uma outra disposição táctica e o técnico João Freitas a recorrer com insistência às suas unidades nucleares e aqueles que efectivamente desequilibram em todos os aspectos. Vai daí, a acção de Austin Kenon, Shawn Jackson, Fábio Lima e Jarvis Gunter veio ao de cima e começou a fazer se sentir com mais propriedade. Os madeirenses passaram à dianteira no marcador, iniciando assim uma reviravolta de certo modo facilitada pelo adversário, nessa altura a perder muitas bolas nos ressaltos defensivos – até parecia que os jogadores tinham de manteiga nas mãos, de tanto o esférico se lhes escapulir, inexplicavelmente.
Aliás, pode parecer incrível, mas é verdade: no segundo período, os “tricolores” apenas fizeram seis pontos. Pouco! Autenticamente insignificante para quem pretende ganhar uma partida, a menos que, subsequentemente, confiasse em poderes extraordinários, o que, conforme se viu, não foi o caso do Maxaquene, uma vez que a partir daí não mais conseguiu se superiorizar ao CAB.
É verdade que a turma moçambicana – que teve o seu jogador mais valioso, Fernando Manjate, no banco durante toda a contenda, por razões que o técnico Iňak Garcia assumem serem absolutamente suas – ainda encetou uma reacção que lhe possibilitou, por exemplo, reduzir de 13 para quatro pontos de diferença, no entanto, os portugueses, nessa altura menos pressionados e já com a pontaria mais afinada, acabaram “matando” o adversário a partir de triplos.
E, quanto mais a margem se dilatava, a capacidade de resposta do Maxaquene também reduzia drasticamente, sendo então visível o atirar da toalha ao chão, até porque as tentativas de minimizar o fosso, através de lançamentos dos 6,25 metros, resultavam infrutíferas. Sílvio Letela, o prodigioso triplista, esteve praticamente ausente neste capítulo, enquanto Samora e Custódio ainda tiveram algum sucesso, mesmo assim insuficiente para travar uma equipa madeirense entusiasmada e mais afoita em função do resultado favorável.
FICHA TÉCNICA
Pavilhão da Cidadela, em Luanda
Árbitros: Fernando Rocha, Fernando Pacheco e Francisco Clésio
MAXAQUENE (57) – Fernando Manjate (0), Manuel Uamusse (2), Samora Mucavele (16), Sílvio Letela (3), Celso Manave (0), Pedro Mourana (2), Ivan Costa (0), Custódio Muchate (12), Abel Assane (4), Sérgio Macuácua (0), Armando Baptista (5) e Michael Bonaparte (13)
Treinador: Iňak Garcia
CAB MADEIRA (75) – Austin Kenon (15), Shawn Jackson (14), Jaime Silva (3), Mário Fernandes (0), João Ferreirinho (10), Fábio Lima (20), Jorge Coelho (0), Bruno Cavalcante (0), Barry Shetzer (0), Jarvis Gunter (13), José Bettencourt (0) e José Correia (0)
Treinador: João Freitas
Marcha do marcador: 20-19, 26-32, 42-59, 57-75.
Petro vencedor
O PETRO Atlético de Luanda conquistou ontem à noite, no Pavilhão da Cidadela, em Luanda, a terceira edição da Supertaça Compal em Basquetebol. O triunfo dos “petrolíferos” aconteceu na sequência da sua vitória sobre o FC Porto por 64-51, na disputadíssima final da competição e que foi vivida com muito entusiasmo pelos milhares de fervorosos adeptos presentes na “catedral” da bola-ao-cesto angolana.
O Petro de Luanda, treinado pelo português Alberto Babo, que curiosamente defrontou na final a sua antiga equipa, sucede assim ao 1º de Agosto, vencedor da segunda edição, depois de o primeiro vencedor ter sido o Sport Lisboa e Benfica.
Numa outra partida espectacular, realizada sábado, o Recreativo do Libolo bateu o 1º de Agosto pela marca de 79-65. A raça e a excelente capacidade de crença e de recuperação dos libolenses foram a nota dominante desta contenda, se considerarmos que chegaram a ter uma desvantagem de cerca de 20 pontos, no primeiro período.
Classificação final: 1º Petro de Luanda, 2º FC Porto, 3º Libolo, 4º 1º de Agosto, 5º CAB Madeira e 6º Maxaquene.
Alexandre Zandamela, em Luanda
ANGOLA : Interclube e 1º de Agosto em vantagem na Taça de Angola
As equipas seniores feminina de basquetebol do Interclube e do 1º de Agosto estão em vantagem nas meias-finais da Taça de Angola, após vencerem hoje no pavilhão anexo à Cidadela, em Luanda, os jogos da primeira "mão".
O Interclube derrotou o Grupo Desportivo Juventude de Viana, por 68-37, numa partida em que a norte-americana Danielle Green, ao serviço da equipa da policia nacional, foi a melhor marcadora com 13 pontos, seguida das suas companheiras Sónia Guadalupe e Tierra Handerson, ambas com 10.
O 1º de Agosto, por seu lado, venceu o Desportivo do Maculusso, por 66-49, com a atleta Eva Silva do Maculusso a destacar-se como melhor cestinha com 12 pontos.
Os desafios da “segunda mão” realizam-se na quarta-feira no pavilhão Dream Space no distrito urbano de Viana, a partir das 15h30.
O Interclube derrotou o Grupo Desportivo Juventude de Viana, por 68-37, numa partida em que a norte-americana Danielle Green, ao serviço da equipa da policia nacional, foi a melhor marcadora com 13 pontos, seguida das suas companheiras Sónia Guadalupe e Tierra Handerson, ambas com 10.
O 1º de Agosto, por seu lado, venceu o Desportivo do Maculusso, por 66-49, com a atleta Eva Silva do Maculusso a destacar-se como melhor cestinha com 12 pontos.
Os desafios da “segunda mão” realizam-se na quarta-feira no pavilhão Dream Space no distrito urbano de Viana, a partir das 15h30.
ANGOLA : Gustavo da Conceição tem três concorrentes
A pouco menos de oitos meses para a realização do pleito eleitoral na Federação Angolana de Basquetebol (FAB), são visíveis as movimentações de bastidores dos presumíveis sucessores de Gustavo Vaz da Conceição na presidência do órgão que supervisiona a modalidade no país.
Segundo apurou o Jornal dos Desportos, até ao momento, três nomes são apontados como possíveis candidatos à presidência da Federação Angolana de Basquetebol (FAB). Trata-se de António Henriques da Silva, presidente do Conselho de Administração da Televisão Pública de Angolana, Carlos Cunha, actual presidente da Mesa da Assembleia-Geral da Federação Angolana de Basquetebol, e Pires Ferreira, antigo presidente da FAB.
Acompanhado de António Bi-Figueiredo, ex-secretário-geral da Federação Angolana de Basquetebol, António Henriques da Silva esteve na última semana na província de Benguela, onde decorreu a primeira fase da terceira edição da Supertaça Compal, depois de ter passado na província do Huambo. Segundo apurámos, António Henriques da Silva, que durante vários anos ocupou a presidência da Mesa da Assembleia-Geral da Associação Provincial de Basquetebol de Luanda (APBL), tem mantido contactos com algumas associações provinciais para garantir o voto para a sua lista.
António Bi-Figueiredo, ex-secretário-geral da FAB, pode ocupar o mesmo cargo, caso a lista de António Henriques da Silva seja eleita no pleito eleitoral, que vai ser realizado após a disputa dos Jogos Olímpicos de Londres marcado para este ano. Caso seja confirmada a candidatura das três listas, as eleições da Federação Angolana de Basquetebol para o quadriénio 2012/2016 vão ser das mais concorridas dos últimos 12 anos. A gestão do actual presidente da Federação Angolana de Basquetebol, Gustavo Vaz da Conceição, que cumpre o seu segundo mandato, tem sido alvo de muitas críticas por parte dos associados, que exigem mudanças profundas dentro do órgão reitor da modalidade no país.
Babo reafirma luta pelo BAI Basket 2012
Depois de ter arrebatado a terceira edição da Supertaça Compal, mercê da vitória frente ao Futebol Clube do Porto, por 64-51, Alberto Babo, técnico principal do Petro de Luanda, reafirmou o seu desejo de revalidar o título do Campeonato Nacional de Basquetebol em seniores masculinos, vulgo BAI Basket. O técnico português fez estas declarações à comunicação social no domingo, após a conquista da Supertaça Compal. “Não há dúvidas de que, depois da conquista da Supertaça Compal, vamos agora virar as baterias para o BAI Basket porque, como é evidente, queremos revalidar o título de campeão nacional”, asseverou Alberto Babo.
Apesar de reconhecer as dificuldades que vão encontrar para atingirem este objectivo, tendo em conta os adversários que vão ter na luta pelo ceptro, designadamente 1º de Agosto, Recreativo do Libolo do Kwanza-Sul e Interclube, não tencionam poupar-se a esforços para conquistar o BAI Basket pelo segundo ano consecutivo. Babo enalteceu o regresso do jovem Braúlio Morais, que falhou a fase final da Taça dos Clubes Campeões Africanos devido a uma lesão. Ao finalizar, o técnico tricolor dedicou o título da Compal ao anterior elenco, assim como à actual direcção, liderada por Mateus de Brito. MC
Colossos preparam clássico do campeonato
As formações do 1º de Agosto e do Petro de Luanda, equipas que participaram recentemente na terceira edição da Supertaça Compal, preparam-se de forma afincada, tendo em vista o clássico dos clássicos, marcado para amanhã, no Pavilhão do Codenm, a partir das 18h00. A partida é de acerto da primeira jornada do Campeonato Nacional de Basquetebol em seniores masculinos (BAI Basket). Hoje, as duas equipas realizam a penúltima sessão, antes do grande embate de amanhã.
Segundo apurou o Jornal dos Desportos, até ao momento, três nomes são apontados como possíveis candidatos à presidência da Federação Angolana de Basquetebol (FAB). Trata-se de António Henriques da Silva, presidente do Conselho de Administração da Televisão Pública de Angolana, Carlos Cunha, actual presidente da Mesa da Assembleia-Geral da Federação Angolana de Basquetebol, e Pires Ferreira, antigo presidente da FAB.
Acompanhado de António Bi-Figueiredo, ex-secretário-geral da Federação Angolana de Basquetebol, António Henriques da Silva esteve na última semana na província de Benguela, onde decorreu a primeira fase da terceira edição da Supertaça Compal, depois de ter passado na província do Huambo. Segundo apurámos, António Henriques da Silva, que durante vários anos ocupou a presidência da Mesa da Assembleia-Geral da Associação Provincial de Basquetebol de Luanda (APBL), tem mantido contactos com algumas associações provinciais para garantir o voto para a sua lista.
António Bi-Figueiredo, ex-secretário-geral da FAB, pode ocupar o mesmo cargo, caso a lista de António Henriques da Silva seja eleita no pleito eleitoral, que vai ser realizado após a disputa dos Jogos Olímpicos de Londres marcado para este ano. Caso seja confirmada a candidatura das três listas, as eleições da Federação Angolana de Basquetebol para o quadriénio 2012/2016 vão ser das mais concorridas dos últimos 12 anos. A gestão do actual presidente da Federação Angolana de Basquetebol, Gustavo Vaz da Conceição, que cumpre o seu segundo mandato, tem sido alvo de muitas críticas por parte dos associados, que exigem mudanças profundas dentro do órgão reitor da modalidade no país.
Babo reafirma luta pelo BAI Basket 2012
Depois de ter arrebatado a terceira edição da Supertaça Compal, mercê da vitória frente ao Futebol Clube do Porto, por 64-51, Alberto Babo, técnico principal do Petro de Luanda, reafirmou o seu desejo de revalidar o título do Campeonato Nacional de Basquetebol em seniores masculinos, vulgo BAI Basket. O técnico português fez estas declarações à comunicação social no domingo, após a conquista da Supertaça Compal. “Não há dúvidas de que, depois da conquista da Supertaça Compal, vamos agora virar as baterias para o BAI Basket porque, como é evidente, queremos revalidar o título de campeão nacional”, asseverou Alberto Babo.
Apesar de reconhecer as dificuldades que vão encontrar para atingirem este objectivo, tendo em conta os adversários que vão ter na luta pelo ceptro, designadamente 1º de Agosto, Recreativo do Libolo do Kwanza-Sul e Interclube, não tencionam poupar-se a esforços para conquistar o BAI Basket pelo segundo ano consecutivo. Babo enalteceu o regresso do jovem Braúlio Morais, que falhou a fase final da Taça dos Clubes Campeões Africanos devido a uma lesão. Ao finalizar, o técnico tricolor dedicou o título da Compal ao anterior elenco, assim como à actual direcção, liderada por Mateus de Brito. MC
Colossos preparam clássico do campeonato
As formações do 1º de Agosto e do Petro de Luanda, equipas que participaram recentemente na terceira edição da Supertaça Compal, preparam-se de forma afincada, tendo em vista o clássico dos clássicos, marcado para amanhã, no Pavilhão do Codenm, a partir das 18h00. A partida é de acerto da primeira jornada do Campeonato Nacional de Basquetebol em seniores masculinos (BAI Basket). Hoje, as duas equipas realizam a penúltima sessão, antes do grande embate de amanhã.
20 Fevereiro 2012
CABO VERDE : Seven vence Supertaça em Santiago Sul
Depois do torneio de abertura de Basquetebol, a equipa masculina do Seven Stars voltou a fazer a festa. Levou para casa a Supertaça de Santiago Sul, ao vencer o Bairro por 54 – 52.Mas a vitória não foi fácil. O Bairro esteve sempre na frente do marcador, tendo o Seven empatado a 51 pontos quando faltavam 25 segundos para o fim. A partir daí, valeu a experiência dos actuais campeões nacionais, perante um Bairro muito ansioso e a falhar muitos lançamentos. Morreu na Praia.
No próximo fim-de-semana, a bola rola no cesto para o campeonato regional, onde já se espera muito público nas bancadas do Vavá Duarte.
No próximo fim-de-semana, a bola rola no cesto para o campeonato regional, onde já se espera muito público nas bancadas do Vavá Duarte.
ANGOLA : Petro leva Supertaça Compal
Com jogadas muito bem ensaiadas, onde eram privilegiados os lançamentos a longa distância, a formação do Petro de Luanda derrotou ontem, no Pavilhão Principal da Cidadela Desportiva, o Futebol Clube do Porto, por 51-64, e conquistou a terceira edição da Supertaça Compal.Com está conquista, os tricolores embolsaram dez mil euros do Comité organizador.
Apesar da vitória, os petrolíferos da capital que conquistaram pela primeira vez o ceptro, entram algo apáticos, nos minutos iniciais, fruto da maior pressão defensiva exercida pela formação forasteira. Depois de estar a perder por 2-9, Alberto Babo, técnico principal da equipa do Eixo-viário, solicitou um “time out” (desconto de tempo) e, a partir daí, os campeões nacionais acertaram quer a defender, quer a atacar. Os irmãos Morais voltaram a brilhar, à semelhança do que tinha acontecido na partida de estreia da referida competição, frente a equipa do Cab Madeira de Portugal.
Neste período, Carlos Morais, Braúlio Morais e o norte-americano Roderick Nealy destacaram-se, fundamentalmente, nos lançamentos exteriores. Ao cabo dos primeiros vinte minutos, o Petro de Luanda vencia por uma margem de dez pontos (39-29). Para além do espectáculo dentro da quadra, houve também espectáculo nas bancadas, com o Pavilhão principal quase lotado, numa “repetição” dos Afrobasket´s de 1999 e de 2007. Os campeões nacionais voltaram a superiorizar-se no terceiro quarto, ante um Futebol Clube do Porto, que esteve quase perdido, fruto da forte marcação que os seus atiradores sofreram nomeadamente Miguel Miranda, Carlos Andrade e José Costa.
Com o apoio incondicional dos seus adeptos que gritaram do primeiro ao último minuto, os tricolores mantiveram o domínio das operações, ante um Porto que quebrou fisicamente ainda no culminar no terceiro período. Sem soluções, o espanhol ao serviço do Futebol Clube do Porto, colocou na quadra um cinco maioritariamente composto por jogadores juniores e a partir daí, os petrolíferos da capital aproveitaram para brindar o público presente com algumas jogadas acrobáticas.
Carlos Morais, com 16 pontos, foi o cestinha do desafio. Roderick Nealy contribuiu com 14 pontos e teve 22 de valorização. No Porto, Miguel Mirando esteve em grande, ao anotar 12 pontos. Nos lançamentos exteriores o Petro foi superior com 44% (7/16), contra 14% do seu opositor. Já em ressaltos, houve equilíbrio, com Petro a 32, contra 34 do Porto. O Porto encaixou cinco mil euros, ao passo que o Libolo recebeu quatro mil euros. As demais equipas receberam três mil cada.
>> Declarações dos Técnicos
Alberto Babo Petro de Luanda
“Estou muito feliz”
Alberto Babo, técnico principal do Petro de Luanda, mostrou-se satisfeito pela conquista da terceira edição da Supertaça Compal.Gostaria de felicitar os meus jogadores pelo esforço que fizeram durante a partida. Portanto, está de parabéns o basquetebol angolano. Foi uma boa partida de basquetebol e nós acabamos por vencer e muito bem”, finalizou o técnico luso ao serviço dos tricolores.
Apesar da vitória, os petrolíferos da capital que conquistaram pela primeira vez o ceptro, entram algo apáticos, nos minutos iniciais, fruto da maior pressão defensiva exercida pela formação forasteira. Depois de estar a perder por 2-9, Alberto Babo, técnico principal da equipa do Eixo-viário, solicitou um “time out” (desconto de tempo) e, a partir daí, os campeões nacionais acertaram quer a defender, quer a atacar. Os irmãos Morais voltaram a brilhar, à semelhança do que tinha acontecido na partida de estreia da referida competição, frente a equipa do Cab Madeira de Portugal.
Neste período, Carlos Morais, Braúlio Morais e o norte-americano Roderick Nealy destacaram-se, fundamentalmente, nos lançamentos exteriores. Ao cabo dos primeiros vinte minutos, o Petro de Luanda vencia por uma margem de dez pontos (39-29). Para além do espectáculo dentro da quadra, houve também espectáculo nas bancadas, com o Pavilhão principal quase lotado, numa “repetição” dos Afrobasket´s de 1999 e de 2007. Os campeões nacionais voltaram a superiorizar-se no terceiro quarto, ante um Futebol Clube do Porto, que esteve quase perdido, fruto da forte marcação que os seus atiradores sofreram nomeadamente Miguel Miranda, Carlos Andrade e José Costa.
Com o apoio incondicional dos seus adeptos que gritaram do primeiro ao último minuto, os tricolores mantiveram o domínio das operações, ante um Porto que quebrou fisicamente ainda no culminar no terceiro período. Sem soluções, o espanhol ao serviço do Futebol Clube do Porto, colocou na quadra um cinco maioritariamente composto por jogadores juniores e a partir daí, os petrolíferos da capital aproveitaram para brindar o público presente com algumas jogadas acrobáticas.
Carlos Morais, com 16 pontos, foi o cestinha do desafio. Roderick Nealy contribuiu com 14 pontos e teve 22 de valorização. No Porto, Miguel Mirando esteve em grande, ao anotar 12 pontos. Nos lançamentos exteriores o Petro foi superior com 44% (7/16), contra 14% do seu opositor. Já em ressaltos, houve equilíbrio, com Petro a 32, contra 34 do Porto. O Porto encaixou cinco mil euros, ao passo que o Libolo recebeu quatro mil euros. As demais equipas receberam três mil cada.
>> Declarações dos Técnicos
Alberto Babo Petro de Luanda
“Estou muito feliz”
Alberto Babo, técnico principal do Petro de Luanda, mostrou-se satisfeito pela conquista da terceira edição da Supertaça Compal.Gostaria de felicitar os meus jogadores pelo esforço que fizeram durante a partida. Portanto, está de parabéns o basquetebol angolano. Foi uma boa partida de basquetebol e nós acabamos por vencer e muito bem”, finalizou o técnico luso ao serviço dos tricolores.
Moncho Lópes Porto
“A vitória foi justa”
Por seu lado, Moncho Lópes, técnico principal do Futebol Clube do Porto, reconheceu no final da partida que o Petro foi superior em todos os aspectos. “A vitória acaba por ser justa, a julgar por aquilo que as duas equipas produziram ao longo dos quarenta minutos. O torneio foi de grande nível por isso, estão de parabéns as equipas participantes, os jogadores angolanos e o público”.
>> Ficha técnica
Pavilhão da Cidadela: Parcialmente lotado
Comissário: Soares de Campo Arbitragem: Fernando Rocha (português), Domingos Simão (angolano) e Artur Castro (moçambicano)
Petro: Yuri Suingui (0), Braúlio Morais (13), Roderick Nealy (14), Paulo Barros (0), Paulo Santana (4), Miguel Kiala (6), Cedric Isom (11), Helder Gonçalves (0), Simão Santos (0), Hermenegildo Gomes (0), Abdel Gomes (0), Carlos Morais (16).
Treinador: Alberto Babo (português)
FC do Porto: Diogo João (4), João Soares (2), Miguel Miranda (12), André Boavida (0), David Gomes (0), Robert Johson (16), Miguel Cardoso (0), Rui Lopes (0), José Costa (0), Reginaldo Jackson (6), Carlos Andrade (6), João Santos (5).
Treinador: Moncho Lópes (espanhol)
Marcha do marcador: 16-22, 39-29, 54-42, 64-51
Classificação final
1º Petro
2ºFC do Porto
3º Recreativo do Libolo
4º 1º de Agosto
4º 1º de Agosto
5º Cab Madeira
6º Maxaquene de Maputo
Portugal pode acolhe quarta edição da Supertaça
Portugal poderá acolher a quarta edição da Supertaça Compal em 2013, segundo deixou entender Mário Saldanha, presidente da Federação Portuguesa de Basquetebol. Em declarações ao Jornal dos Desportos, Mário Saldanha mostrou-se reservado quando ao país que vai acolher a edição número quatro da Compal. “Não lhe posso afirmar categoricamente se vai acontecer em Portugal ou em Moçambique. Vamos analisar e nos próximos dias já poderemos ter uma ideia correcta”, finalizou Mário Saldanha que deixou escapar nas sua palavras que Portugal poderá acolher o certame. MC
Primeira-mão da Taça de Angola marcada para hoje na Cidadela
As equipas do Interclube e do Juventude de Viana abrem hoje, no pavilhão anexo número um da Cidadela desportiva, a primeira mão da Taça de Angola em basquetebol feminino, em partida prevista para as 15 horas.No segundo jogo defrontam-se uma hora mais tarde 1º de Agosto e Maculusso.O Interclube lidera com 12 pontos, depois de serem disputadas seis jornadas do campeonato nacional.A segunda-mão da referida competição acontece em Viana, no pavilhão Dream Space, na próxima quarta-feira.

